DISE prende homem com crack e documento falso durante operação policial

DISE prende homem com crack e documento falso durante operação policial

A Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) de Franca prendeu em flagrante, na quinta-feira, 7, um homem de 29 anos pelo crime de tráfico de drogas no Jardim Bonsucesso.

A ação foi coordenada pelo delegado Dr. Alan Bazalha Lopes e teve início após denúncias anônimas apontarem intensa movimentação relacionada ao comércio de entorpecentes no imóvel investigado. Segundo a Polícia Civil, o local possuía sistema de monitoramento por câmeras e apoio de olheiros, dificultando a aproximação das equipes policiais.

Após monitoramento do endereço e diante dos indícios reunidos, a Justiça expediu mandado de busca e apreensão. Durante o cumprimento da ordem judicial, os investigadores abordaram a esposa do indivíduo para evitar o descarte de provas. Ainda conforme a polícia, ela acabou alertando o investigado sobre a chegada da equipe.

Para entrar na residência, os policiais precisaram utilizar um aríete para romper o portão, que possuía travas reforçadas com o objetivo de retardar a ação policial. O indivíduo foi detido no corredor do imóvel.

Em buscas no terreno vizinho, os investigadores localizaram uma mochila que teria sido arremessada pelo homem. Dentro dela foram encontrados cerca de 123 gramas de crack, divididos em 215 pedras e fragmentos, além de 12 gramas de maconha, balança de precisão, eppendorfs vazios, sacos plásticos, gilete, bicarbonato de sódio e dois cadernos com anotações da contabilidade do tráfico e até mesmo uma receita para preparo de crack. Também foram apreendidos três celulares e dois veículos.

Durante a ocorrência, os policiais encontraram ainda a cópia de um processo judicial da Comarca de Luz, em Minas Gerais, em nome do investigado. Segundo relato do detido, o documento seria falso e teria sido adquirido para que familiares alegassem que ele estaria preso, dificultando sua localização.

Diante dos fatos, foi ratificada a voz de prisão pelo crime de tráfico de drogas, sendo que cópia do expediente seguirá para Minas Gerais para apurar o crime de falsificação de documento público.